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20/10/2018

FUI AGARRADO.




FUI AGARRADO.

Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o Senhor pesa o espírito. [Pv. 16:2]

Eu não me conheço. Como pode? Meu próprio coração mente melhor do que qualquer outra pessoa. Davi disse, "Quem há que possa discernir as próprias faltas? Absolve-me das que me são ocultas." (Sl 19:12). Nenhum homem conhece a si mesmo! Você não se conhece!

Neste mundo só tem 2 [dois] tipos de pecadores: Os que buscam o pecado; e, os que são agarrados por ele. O primeiro é o mundano e já sabemos as razões; mas o segundo é o cristão - Num primeiro momento, como cristão achamos que se trata de castigo quando somos agarrados pelo pecado. Mas, à luz do destino de Jesus, podemos descobrir que o sofrimento e a perseguição por causa do testemunho é a maneira pela qual o Pai nos educa para percorrermos o mesmo caminho do seu Filho.
Então, sendo assim, por que você não se considera limpo pelo perdão em todos os seus caminhos!? 

Diria que o motivo é o pecado, não o pecado que lhe agarrou, mas o pecado que dele nasceu, a saber o “desânimo”. Este desânimo é o pecado pelo o qual o seu coração não te deixa sentir justificado pelo perdão do Pai em tudo o que você pensa, diz e faz! Seu coração mentiu para sua fé e o conduz a todo tipo de tolice e de embaraço por infelicidade de quem se sentiu esquecido, e que você quase que nem percebe! Mas o SENHOR pesa os motivos do seu coração, e descobrirá que ele está em falta! Então Ele o purificará e o perdoará na fornalha da aflição.

Como cristão devemos reconhecer que o mal interno é mais enganador e perigoso para o agrado a Deus do que o mal externo. Enquanto que o ódio deste mundo é uma boa e piedosa atitude para com a perigosa tentação que ali está, a lascívia enganosa que está dentro do seu coração é o seu maior inimigo. Vigilância constante junto com uma sinceridade humilde diante de Deus salvará o seu espírito. Lembre-se do Rei Saul, do Rei Belsazar e outros no santo equilíbrio da balança da justiça de Deus. [Ldtgod]

Recusemos o desânimo, recusemos ficar infeliz e acabrunhado; contemos tudo com gozo, mesmo quando não estivermos sentindo emoção de felicidade. Pela fé, alegremo-nos, reconhecendo o fato da Palavra do Perdão do Pai, e descobriremos que Deus porá em prática essa Palavra. [M.D.1610]

Você não pode adiar ou minimizar a autoanálise. Ela é o exercício de homens espirituais, que corretamente entendem a maldade enganosa dos seus próprios corações. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice. [ICo. 11:28]

Voltar para as tradições insuficiente de ontem seria desprezar o dom de Deus.

[Por: Luiz Clédio Monteiro – out/2018]

23/08/2013

O prêmio da desilusão





O prêmio da desilusão
As pessoas costumam dizer que para amar a Deus, ou seja, para se ter um relacionamento com Deus não requer a necessidade imperativa de se está indo a igreja, uma vez que Deus é onipresente, e por demais, compreensível.  Entretanto essas pessoas não descartam suas presenças nos aniversários mesmo sabendo que seria entendida a sua ausência; não rejeitam um chamado de um político mesmo sabendo que foi fiel com seu voto, e que poderia apenas agradecer.
Enfim, eles adoram a vida, fazem questão de marcar presença nos eventos para que todos saibam o quanto estão gratos e felizes. Não importa o esforço financeiro que isto venha exigir, vale a pena investir não só nas roupas como também nos presentes; fazer doações; se prestar a serviço relevante. E, quando faltam a algum compromisso ligam explicando a essência, tudo em nome dessa sociedade considerada valiosíssima que não querem perder por nada deste mundo.
Entretanto para Deus o mínimo que se faça é por demais, abundante. As poucas vezes que se vai a igreja é suficiente para meses de ausência. E, se ofertamos então, nos achamos no direito de cobrar esclarecimentos por desconfiança.
O povo ver no amigo influente, a ajuda que precisa; no dinheiro, o sustento; e, no político, a justiça abreviada. Assim Deus se torna o representante de uma religião fanática que só serve para mandar as pessoas para o inferno uma vez que todos são pecadores e carecem de perdão.
No entanto Jesus que morreu justamente por nossa causa, não se tem noticia Dele ter julgado alguém; muito pelo contrário, Ele orou na hora da sua morte pedindo que não nos fossem imputado essa culpa. E, embora nossa fé seja menor que um grão de mostarda para com ele, muito agrada a Deus, quando nos vêem usando-a. Ao passo que os amigos influentes, o dinheiro e os políticos são armadilhas de escravidão; assim quando vem o fracasso só resta à forca como premio da desilusão.
O que rejeita a Deus vive intranqüilo, cedo ou tarde, acaba sempre mal. Se o crente sofre desgraças, é por ser provado, portanto é sempre vencedor. Precisamos ser encorajados a nos levantar e resistir ao mundo, para não sermos atraídos para este desengano.

por. Luiz Cledio Monteiro Filho
ago\2013 
     

08/10/2010

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